Vivemos a fase do "voieurismo". Os mais afortunados no confinamento das fazendas e das casas televisivas, fartura de peitos e bundas, futuras "celebridades" das revistas masculinas . Outros tantos, a exibir a miséria, a fome, a condição sub- humana nas calçadas das metropoles. Nos grotões da miséria, a exibição das bolsas todas - familia, indigencia, calamidade, etc.
Hoje vou tratar de uma categoria à parte. A dos congressistas de Brasília. Brasília, cidade- circo, obra da tenacidade de um mineiro pobre e perdulário(afinal, a grana não era dele) e dos traços de um comunista de Ipanema.
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Cidadãos acima de qualquer insuspeita(sic) que, através do voto, enviamos para uma clausura que varia de 4 ou 8 anos. São os que nos representam. São os donos da cena. Quem se dá ao trabalho ou por falta dele de assistir pela Tv Camara e TV Senado, são hábeis no discurso. Aqui e ali, uma escorregadinha na gramática, mas, se a figura maior gaba-se de nunca ter lido um livro, plenamente aceitáveis. Pobres homens e mulheres. Quanto trabalho para tingir as cabeleiras, os bigodes, dar uma ajeitada nas rugas... Mas, é árdua a vida de congressista. Administrar tantos assessores, juntar notinhas para cobrar as despesas de representação... Arrrf... cansei.
Mas, o premio compensa. Os mais espertos conseguem amealhar consideravel fortuna patrocinando projetos para compensar o empenho, o trabalho, a filantropia dos grupos financeiros, das empreiteiras, dos ruralistas, dos paraisistas( nova classe emergente, que consegue desbotar verdinhas nas ilhas caribenhas e repatria-las). Grandes benfeitores desse gigante - Brasil. O grande vencedor da edição passada foi o Sr. Maluf... Quem será o vencedor dessa legislatura. Aguardemos o fim de 2010. Enquanto isso, lotemos as filas do Sus, colaboremos com os pobres banqueiros, jurinhos a 10% ( ao mes), Enchamos as caixas postais dos nossos irmãos na clausura e, principalmente, relaxemos e..... gozemos. Vivemos no pais do futuro
Cansei de relaxar e gozar, seguindo os conselhos de uma ex ministra.Deitar falação sobre o que me aflige ou incomoda, certamente não repercurtirá nesse nosso Brasil pouco dado à leitura, agora estimulada pelo Supremo Chefe, que se vangloria de nunca ter lido um livro. Bem, não me interessam os holofotes. Na realidade, este é o canto do Quixote sem Moinhos expurgar seus pecados, catarseando a alma
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Hipnose Coletiva - um transe atual
Alguém já escreveu que o "essencial é invisível aos olhos". Toda ex ou atual misse conhece a citação. Nos dias de Sarney, Collor, Renan, atos secretos, nepotismo, nada mais falso que a afirmação. O sessencial passou a ser acessório, o acessório tornou-se essencial. As vias secundárias, de tanto trânsito se tornaram principais.
Tantos cientistas políticos, sociólogos, intelectuais de teoria única,a cuidar das tintas para pintar uma tela inexistente. há algo de podre no pais do samba e do futebol. Plim-plim... as imagens escondem a lama e nos mostram o pântano em imagem panorâmica. A imagem vale por milhões de palavras.
Mas, afinal, o que tem a ver a hipnose com o atual momento de crises e escândalos? Ouso dizer que tudo a ver. Vivemos um transe coletivo.
Nunca se falou tanto em moral e ética como agora.Ou melhor, de surtos éticos e morais.Alucinação coletiva que nos convence que malas e cuecas endinheiradas são imagens de ficção, uma grande farsa cinematográfica.E, nos divertimos com caras e bocas indignadas a esconder o rabo comprido, a cumplicidade, a enganação.O circo mambembe, a lona rota. E a platéia se diverte. Os "sem"de qualquer natureza se fartam do pão da comédia, da rima pobre. Mas, novamente, estou repetitivo.Alguém da aristocracia francesa já falou de circo e de pão há séculos. E, no nosso Brasil, temos as bolsas-anestesia, assim como na India há um fruto que elimina a sensação de fome dos famintos. Durante a manhá um caminhão de lixo recolhe os boca-vermelhas mortos na madrugada(a fruta tem coloração vermelha)
E, por falar em História, a Alemanha conheceu um hipnotizador de massas que fez o povo acreditar na hegemonia racial, na pátria-deusa, no poder absoluto, na posse do mundo.Se retrocedermos aos Cesares, também identificaremos as mesmas propostas. Nos dias atuais, os grandes olhos das cameras, as gigantescas tendas de marmore, validadas pela cruz abarrotam sacolões de cédulas que, em troca, garantem moradia em condomínio de luxo, nos jardins bem cuidados do céu.
Hipnotizador- hipnose coletiva.
10-9-8-7-6-5-... seu transe acabou. Volte agora para a realidade dos cartões de crédito estourados, dos limites do cheque especial, da agiotagem institucionalizada, do fruto do seu suor a ser taxado como renda. A panela vazia, quem sabe a ter uso diverso ( vide a irmã Argentina). Mas, pessimismo é coisa de pobre. Não coloque luto na janela, muito menos pinte sua cara, afinal já basta o nariz redondo e vermelho a enfeitar seu rosto.Não ouse fazer a hora(não deu certo). Exija um relógio que funcione corretamente.A hipnose é curativa, com certeza. A hipnose causa danos, também.A diferença está em quem hipnotiza e em quem se deixa hipnotizar.
Em tempo, desconfie de quem tentar proibir o uso de malas e cuecas.
Tantos cientistas políticos, sociólogos, intelectuais de teoria única,a cuidar das tintas para pintar uma tela inexistente. há algo de podre no pais do samba e do futebol. Plim-plim... as imagens escondem a lama e nos mostram o pântano em imagem panorâmica. A imagem vale por milhões de palavras.
Mas, afinal, o que tem a ver a hipnose com o atual momento de crises e escândalos? Ouso dizer que tudo a ver. Vivemos um transe coletivo.
Nunca se falou tanto em moral e ética como agora.Ou melhor, de surtos éticos e morais.Alucinação coletiva que nos convence que malas e cuecas endinheiradas são imagens de ficção, uma grande farsa cinematográfica.E, nos divertimos com caras e bocas indignadas a esconder o rabo comprido, a cumplicidade, a enganação.O circo mambembe, a lona rota. E a platéia se diverte. Os "sem"de qualquer natureza se fartam do pão da comédia, da rima pobre. Mas, novamente, estou repetitivo.Alguém da aristocracia francesa já falou de circo e de pão há séculos. E, no nosso Brasil, temos as bolsas-anestesia, assim como na India há um fruto que elimina a sensação de fome dos famintos. Durante a manhá um caminhão de lixo recolhe os boca-vermelhas mortos na madrugada(a fruta tem coloração vermelha)
E, por falar em História, a Alemanha conheceu um hipnotizador de massas que fez o povo acreditar na hegemonia racial, na pátria-deusa, no poder absoluto, na posse do mundo.Se retrocedermos aos Cesares, também identificaremos as mesmas propostas. Nos dias atuais, os grandes olhos das cameras, as gigantescas tendas de marmore, validadas pela cruz abarrotam sacolões de cédulas que, em troca, garantem moradia em condomínio de luxo, nos jardins bem cuidados do céu.
Hipnotizador- hipnose coletiva.
10-9-8-7-6-5-... seu transe acabou. Volte agora para a realidade dos cartões de crédito estourados, dos limites do cheque especial, da agiotagem institucionalizada, do fruto do seu suor a ser taxado como renda. A panela vazia, quem sabe a ter uso diverso ( vide a irmã Argentina). Mas, pessimismo é coisa de pobre. Não coloque luto na janela, muito menos pinte sua cara, afinal já basta o nariz redondo e vermelho a enfeitar seu rosto.Não ouse fazer a hora(não deu certo). Exija um relógio que funcione corretamente.A hipnose é curativa, com certeza. A hipnose causa danos, também.A diferença está em quem hipnotiza e em quem se deixa hipnotizar.
Em tempo, desconfie de quem tentar proibir o uso de malas e cuecas.
Secessão, já!!!
Não há indignação popular. O operario Lula (nunca antes na historia da humanidade...) conseguiu abafar todos os clamores. A imprensa é muda, a justiça cega, nossos políticos surdos. O Zé(Dirceu) está bem nos bastidores, azeitando a maquina que espiira dinheiro e compra almas. Haja bolsas para amealhar toda a farra com o meu dinheirinho suado...Sindicalista hoje dirige fundos estatais, estudantes , instados pela Une( e mais grana) lavaram as caras pintadas. O que esperar de um pais em que ser corrupto é sinal de status?
Assistimos hoje nos jornais a indignação do nosso governador e do prefeito. O Senado aprovou projeto do santo senador gaucho, Pedro Simon, exímio falastrão, que redistribui os royaltes dos estados produtores de petroleo para todos os estados e municipios do pais. Não negamos que os estados produtores não fazem bom uso do que recebem. Se assim fosse, Campos , Macae e outros municipios da região não contabilizariam tantas mazelas sociais. Fiscalizados com rigor tais repasses, punir, responsabilizar, prender os maus administradores, seriam medidas mais consequentes. Afinal, o passivo ambiental e social, fica por conta dos estados produtores, dai a distribuição dos royaltes.
Secessão, a solução para o continente Brasil. A nova divisão politica( que já existe de fato - vide as diferenças regionais), merece minha sugestão:
Republica do Santo Rio ( Espirito Santo e Rio) - Republica do Ferro e Fumaça( São Paulo e Minas) - Republica do Chimarrão( a atual região Sul) - Republica dos Coroneis ( atual região Nordeste, com Lula Presidente vitalício) - Republica do Tuiuiu ( atual Centro Oeste) - Republica do Verde ( Região Norte).
E criariamos o mercado comum Tupiniquim. Santo Rio exportaria petroleo e samba para Ferro e Fumaça, Ferro e Fumaça cuidaria da fabricação das nossas sucatas sobre rodas;Chimarrão viveria da pecuaria;Coroneis alugariam praias ; Tuiuiu esgotaria o solo, plantando Soja e derrubando florestas, para superar o Saara e se tornar o maior deserto do mundo; Verde venderia ar para o mundo.
Perfeito. Agora sim, respeitadas as diferenças regionais, vocaçoes culturais, estariamos construindo um novo mercado. Emergente, sem dúvida. Imergente é o que vivemos.
Por favor, não prego as armas. Mas conclamo à reflexão. Vamos, juntos, pra frente Brasil, rumo à SECESSÃO!!!
Assistimos hoje nos jornais a indignação do nosso governador e do prefeito. O Senado aprovou projeto do santo senador gaucho, Pedro Simon, exímio falastrão, que redistribui os royaltes dos estados produtores de petroleo para todos os estados e municipios do pais. Não negamos que os estados produtores não fazem bom uso do que recebem. Se assim fosse, Campos , Macae e outros municipios da região não contabilizariam tantas mazelas sociais. Fiscalizados com rigor tais repasses, punir, responsabilizar, prender os maus administradores, seriam medidas mais consequentes. Afinal, o passivo ambiental e social, fica por conta dos estados produtores, dai a distribuição dos royaltes.
Secessão, a solução para o continente Brasil. A nova divisão politica( que já existe de fato - vide as diferenças regionais), merece minha sugestão:
Republica do Santo Rio ( Espirito Santo e Rio) - Republica do Ferro e Fumaça( São Paulo e Minas) - Republica do Chimarrão( a atual região Sul) - Republica dos Coroneis ( atual região Nordeste, com Lula Presidente vitalício) - Republica do Tuiuiu ( atual Centro Oeste) - Republica do Verde ( Região Norte).
E criariamos o mercado comum Tupiniquim. Santo Rio exportaria petroleo e samba para Ferro e Fumaça, Ferro e Fumaça cuidaria da fabricação das nossas sucatas sobre rodas;Chimarrão viveria da pecuaria;Coroneis alugariam praias ; Tuiuiu esgotaria o solo, plantando Soja e derrubando florestas, para superar o Saara e se tornar o maior deserto do mundo; Verde venderia ar para o mundo.
Perfeito. Agora sim, respeitadas as diferenças regionais, vocaçoes culturais, estariamos construindo um novo mercado. Emergente, sem dúvida. Imergente é o que vivemos.
Por favor, não prego as armas. Mas conclamo à reflexão. Vamos, juntos, pra frente Brasil, rumo à SECESSÃO!!!
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